sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Os benefícios da Arte Terapia como auxílio pedagógico




Acessos7324Publicado em2007-05-07Escrever comentárioEnviar por e-mailImprimir/CopiarTodos os artigos deste autorAvalie este artigo11 votosFavorito:
0Os benefícios da Arte Terapia como auxílio pedagógico
Anderson George
andder_george@yahoo.com.br

Os cursos de formação de professores procuram enfatizar atividades didáticas que privilegiem a ação do aluno e, nesse sentido, atividades artísticas são excelentes recursos, uma vez que a arte vem ocupando significativo espaço na formação humana, desde o início das civilizações até a atualidade.
Em decorrência, cursos específicos de especialização em arte terapia são oferecidos não apenas a professores, mas a profissionais que trabalhem em diferentes contextos, a fim de que possam adicionar à sua prática o uso terapêutico e profilático de recursos criativos, sejam plásticos, poéticos, musicais, de expressão corporal... Nesse sentido, não se trata de lançar mão da arte pela arte, ou da arte apenas como recurso para facilitar a aprendizagem, mas sobretudo da arte integrada a outros recursos expressivos, numa relação de ajuda.
Sabemos que a arte é um elemento muito importante na vida de cada pessoa e que o educador, de modo especial, pode munir-se, através da arte, de uma riqueza inestimável de recursos que auxiliem sua tarefa educativa, principalmente a partir do momento em que se conscientize de que pode e é interessante que trabalhe, também, sua própria onipotência, reestruturando a concepção de saber, que não se restringe ao lógico-matemático, mas abarca todos os tipos de inteligência e lhe possibilita a busca de diferentes maneiras de transmitir a mesma mensagem, aproveitando todas as possibilidades que o repertório de conhecimentos e emoções do
aprendente/interlocutor traz.
Assim, com lucidez, compromisso e responsabilidade, práticas e vivências são utilizadas para trabalhar os bloqueios de aprendizagem e a construção dos conceitos. Dessa forma, o docente não vai negar a inteligência do outro, mas dispor-se a percebê-la, a identificar qual canal prioritário é utilizado para conhecer o mundo, analisá-lo, aprender. Vai valorizar o aprendente e apostar na sua aprendizagem, investir na sua formação, utilizar a expressão artística para estimulá-lo a exprimir, sem receios, sem censuras, sem se importar com talento ou capacidade criativa, seus sentimentos e emoções, fazendo, posteriormente, a interpretação do que pode exprimir através da criação artística.
Docentes/Ensinantes já despertos para tais possibilidades refletem, dirigem o olhar, também, para suas próprias vivências: analisam os respectivos sentimentos, procedimentos, reações... procurando enxergá-los com equilíbrio, pesando as adequações e inadequações, flexibilizando, dando-se oportunidade de investir, falhar, acertar, negociar... aceitando-se como seres em transformação, eternos aprendizes que interagem com o aluno, ensinando e, ao mesmo tempo, aprendendo. Nesse processo, se enriquecem e, utilizando o recurso da arte como mediadora do diálogo interno, da visão de mundo, de professor, de escola e de si mesmos se aperfeiçoam, ampliam a própria visão e possibilidades, se embelezam.
Durante esse processo amadurecem, revêem todo o conteúdo que desenvolvem em suas aulas, analisam, refletem sobre os entraves encontrados, não como vítimas do processo, mas como co-autores, e relativizam, quer seus acertos, quer as falhas, percebendo que a ótica pela qual analisavam o mundo era mais rígida e deixava de beneficiar seja a si mesmos , seja aos seus interlocutores. Interessando-se pela arte terapia, utilizando seus recursos, estão flexibilizando e dando oportunidade ao aparecimento de perspectivas que antes nem percebiam ou, quando percebiam, desconsideravam.
Professor/Ensinante/Psicopedagogo/Arte Terapeuta deve pesquisar constantemente, buscar fundamentação teórica para embasar sua aprendizagem e seu trabalho, para poder discriminar suas possibilidades de cooperação e complementaridade, bem como contemplar um outro lado seu e perceber a transformação pela qual está passando; perceber as vivências que lhe estão permitindo trabalhar a auto-imagem, bem como a percepção de que é positivo investir em comportamentos que não polarizem, mas ajudem a relativizar e amadurecer.
É importante que cada educador/arte terapeuta esteja desperto, atento à dinâmica da escola como um todo e da sala de aula em particular, cônscio de que é fundamental para o processo de identificação, valorizar personagens com traços de sabedoria e perspicácia, que usem estratégias para convencer os oponentes, vencendo pela sutileza e não pela força física; ciente de que nenhum herói sozinho dá conta de toda a diversidade, mas que, de acordo com a situação, cada uma das forças heróicas (prazer, competição, força, sabedoria, colaboração, complementaridade) deve ser resgatada/convocada, para agir na superação dos obstáculos, na transformação e evolução da própria atuação.
Nesse sentido as atividades de arte terapia estimulam a desinibição, o autoconhecimento, a criatividade, levando os participantes a uma sensação de integração com o mundo que instiga à resolução de conflitos pessoais, à melhoria do relacionamento social e desenvolvimento harmônico da personalidade.
Finalmente, a arte terapia pode ser utilizada como elo de interação entre os vários campos do conhecimento, colaborando sobremaneira na construção da interdisciplinaridade no âmbito da escola, elaborando a comunicação entre as possibilidades e limites próprios da ciência e a expressiva liberdade de criação da arte; fazendo ligações entre anseios gerados pelo mundo atual com o mais remoto passado, enfim promovendo o desenvolvimento do potencial humano através de situações que favoreçam a leitura do mundo de maneira ampla, rica e profunda.

Referências Bibliográficas
Fernández, Alicia. A inteligência aprisionada: abordagem psicopedagógica clínica da criança e sua família. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
Sobre o Autor
Anderson George, é Arte Educador, Pedagogo e Filósofo. Atua na coordenação pedagógica em uma instituição não governamental.



http://www.artigos.com/artigos/humanas/educacao/os-beneficios-da-arte-terapia-como-auxilio-pedagogico-1621/artigo/

O PROJETO DO OUTRO.

O que é Arteterapia?

"O homem se torna humano por sua vontade, por seu compromisso com a escolha."

Criar é expressar nossa existência, as emoções humanas mais profundas e a Arteterapia vai lidar com este processo criativo.

Criar abrange a habilidade em usar o cérebro para alterar, renovar, recombinar os aspectos da vida. Implica em sentir o mundo com vitalidade e fazer um novo uso do que se percebeu. É expressar nossas vivências, sonhos, conforme os sentidos e descobrir novas formas segundo as quais uma sociedade pode ser construída.
Criar é querer ser imortal.
A Arte terapia é o uso da arte como terapia. Embora seja uma atividade milenar, se desenvolveu há cerca de 60 anos. Consiste na criação de material sem preocupação estética e sim apenas de expressar sentimentos. Esta catarse é muito sadia e faz com que o indivíduo se reorganize internamente. A arte é por si só uma atividade regeneradora.
No processo criativo, a energia do inconsciente se liga a um arquétipo e o expressa numa linguagem simbólica. A arte é um canal para um nível não verbal de percepção que leva ao processo de individuação. Neste processo somos forçados a nos confrontar com diversas facetas de nosso íntimo que estão geralmente em conflito com nossas idéias e comportamento consciente.

A Arte terapia é então uma terapia que através da estimulação da expressão, do desenvolvimento da criatividade. Favorece:
. A liberação de emoções, de conflitos internos, de imagens perturbadoras do inconsciente.
. Contato com ansiedades, conteúdos reprimidos, medos
. Coordenação motora
. Mais e melhores "saídas" no dia a dia
. O processo de individuação
. Equilíbrio físico/ mental/ espiritual

São muitos os instrumentos da arte terapia:
Os primários: Água, argila, areia, corpo
Os demais: Desenho, pintura, colagem, sucata, escultura (massa, papel marche, durepox, etc) costura, tricô, culinária, teatro, dança, literatura, enfim todas as formas de arte.
Existem duas linhas:
A interpretativa - onde se interpreta todo material produzido.
E a não interpretativa - onde o terapeuta não interpreta, embora entenda o conteúdo da criação. A arte por si só é regenerativa, pois libera todos os nossos "fantasmas".

A arte terapia pode ser aplicada:
à empresa ou instituições - neste caso o trabalho visa o desenvolvimento da criatividade, desenvolver o potencial pessoal e a diminuição do stress.
à escola - trabalha o desenvolvimento da criatividade, e o processo que o criar envolve: medo da expressão, do julgamento, ansiedade, auto estima, segurança em grupo ...
ao consultório - vai trabalhar com o processo criativo e o produto da expressão, entendendo melhor o paciente e ajudando-o no processo de integração de si mesmo, o equilíbrio.

Pode atender:
Crianças, adolescentes, adultos, terceira idade, excepcionais em geral (individual ou grupo)
Temas tratados na arte terapia:
Auto-estima, ,amor incondicional, valores, expressão dos sentimentos bloqueados, perdão, capacidade de entrega, afeto / ternura, agressividade, contato com o Divino, autocrítica, limites, sexualidade / sensualidade, quebra da armadura corporal, medo, produtividade, ideais de vida, criança interior, maldade x bondade, masculino x feminino, natureza instintiva, morte x imortalidade, intuição, unidade do homem com a natureza, fusão com a totalidade ...
http://www.marlytocantins.com.br/arteterapia1.htm
Projeto do outro.
Projeto de Artes Visuais - Casa Acolhedora Vovô Antônio
Criatividade e vida na expressão visual das crianças acolhidas pela Casa Vovô Antônio, Barretos SP. Autora: Denise Corrêa.

O projeto acontece no próprio local: Casa Vovô Antônio, consta de oficinas práticas em artes visuais feitas com as crianças em tratamento de câncer que estão sendo acolhidas por esta casa, que como o próprio nome diz acolhe crianças que estão em tratamento de câncer no Hospital Pio XII aqui na cidade de Barretos, elas são oriundas de cidades distantes, localizados em estados bastante distantes como: Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, etc.
Diferentemente das escolas que já tem o seu papel descrito e executado, estas crianças se encontram em um estado de alienação sob variados aspetos como: Elas não estão inscritas em escolas, estão longe das suas comunidades, dos amigos, dos familiares, passam fisicamente por tratamentos agressivos como a quimioterapia, a radioterapia e cirurgias de pequeno e grande porte (amputações), o auto conceito de cada uma delas está abatido e dependente, enfim a alegria que é uma característica infantil tão pronunciada normalmente se encontra em suspensão.

O mais importante que constatei foi como não devemos pensar em arte só dentro de sala de aula, dado aos trabalhos realizados pela colega Denise e Edileia, que voltaram seus projetos para um grupo diferente, mas que o resultado foi de grande valia, tanto para Edileia que voltou seu projeto Interdisciplinar para terceira idade, onde os trabalhos eram voltados para arte terapia muito importantes nesta fase da vida das pessoas mais idosas, pois além de acontecer uma maior interação do grupo, acontece também uma ocupação da mente.
Já no projeto da colega Denise, voltado para crianças em tratamento de câncer no qual ficam abrigadas em uma casa de apoio em um momento tão difícil de suas vidas, pude perceber o quanto a arte pode contribuir para amenizar este momento das crianças, pois a própria Denise nós relatou que além das crianças muitas vezes os próprios acompanhantes participavam destas oficinas de arte, pois são momentos de descontração e de aprendizado.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O PROJETO DO OUTRO.






Durante a apresentação dos projetos fiquei encantada com os projetos dos colegas de curso. pois todos conseguiram alcançar os objetivos, cada um de uma forma ou de outra, pois os projetos foram aplicados em escolas diferentes, com alinos de diferentes faixa etária, como também nível social diferente.
Mas em todos os relatos alguns pontos foram comum, como a falta de local adequado para realização das oficinas de arte, como também local apropriado para acomodação dos trabalhos realizados e de material utilizado.
O mais importante que constatei foi como não devemos pensar em arte só dentro de sala de aula, dado aos trabalhos realizados pelas colegas Denise e Edileia, que voltaram seus projetos para um grupo diferente, mas que o resultado foi de grande valia, tanto para edileia que voltou seu projeto Interdiscilpinar para terceira idade, onde os trabalhos eram voltados para arte terapio muito importante nesta fese da vida das pessoas mais idosas, pois além de acontecer uma mior interação do grupo, acontece também uma ocupação da mente.
Já no projeto da colega Denise, voltado para crianças em tratamento de câncer no qual ficam abrigadas em uma casa de apoio em um monento tão difícil de suas vidas, pude perceber o quanto a arte pode contribuir para amenizar este momento das crianças, pois a própria Denise nós relatou que além das crianças miutas vezes os próprios acompanhantes participavam destas oficinas de arte, pois são momentos de descontração e de aprendizado.

RESULTADO DO PROJETO.








O projeto foi uma experiência muito gratificante, e atingiu os objetivos propostos, pois os alunos participaram com bastante alegria e interesse durante as oficinas que aconteceram em sala de aula, como também reconhecem as obras e o estilo do trabalho do pintor Romero Britto.
Durante as oficinas os alunos demonstraram empenho na produção de seus trabalhos, tanto individualmente como coletivamente.
Acredito tanto para mim, com para os alunos a experiência proporcionou um grande aprendizado, pois todos os dias um aluno trazia para dentro da sala algo relacionado ao projeto, como também trabalhos que tentavam realizar em casa.
A maioria dos desenhos produzidos por eles durante o desenvolvimento do projeto e até mesmo depois de sua finalização tem as características das obras de Romero Britto, como também muitos dos pais de meus alunos comentaram que seus filhos passaram a reconhecer os trabalhos do Romero, despertando uma curiosidade e gosto por arte.
Mesmo com a dificuldade de um local apropriado para a realização das oficinas de arte, como também local adequado para realização da exposição dos trabalhos, que no final foi realizada na quadra da escola, os alunos ficaram muito felizes em apresentar seus trabalhos aos seus pais e amigos.
Com isso percebo que a semente no ensino de arte deva ser mais valorizada na fase da educação infantil e também deva ser trabalhada de forma mais fundamentada dentro da sala de aula pelos professores, pois com isso o professor pode mudar a forma de pensar e de ensinar arte desde a educação infantil.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

FOTOS DAS ATIVIDADES.






fOTOS DA ATIVIDADES.

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PROLETO DO PIEA-2

Titulo: A geometria na Arte de Romero Britto.
O tema escolhido foi: A Geometria na Arte de Romero Britto, para ser desenvolvido com alunos do primeiro ano da educação infantil do Colégio Nomelini Cirandinha escola em que trabalho na mesma sala em que o projeto foi desenvolvido.
Desenvolvi atividades com as obras de Romero Britto que mostram cores e formas muito interessantes e divertidas para o universo infantil, por meio das obras do artista plástico, propiciar aos alunos do um conhecimento interdisciplinar entre, Arte, Língua Portuguesa e Informática.
A apresentação do livro: Contando Arte de Romero Britto, autoria de Oscar D Ambrosio, como também a apresentação do jogo Tangam, onde realizei uma sondagem com os alunos sobre o conhecimento de algum trabalho do artista, como também reconhecer as forma encontras no Tangam.
Na aula de informática realização de pesquisa sobre suas obras, com o auxilio do programa Paint, os alunos realizarão a produção de um trabalho utilizando as formas geométricas que o programa oferece.
Como material de apoio criei uma apostila para ser trabalhada individualmente em sala de aula onde os alunos tiveram a oportunidade de identificar as linhas encontradas na obras do pintor, reconhecer formas geométricas, trabalhar o contorno de uma obra do artista, listagem das cores encontradas em uma de suas obras, pintarem uma figura do Tangam utilizando as características das obras de Romero Britto, pois o Tangram e um jogo composto só por figuras geométricas, como também a criação de um desenho livre com as características da obras de Romero Britto.
Como a escola não possui uma sala destinada a atividades de arte, reservei um canto da sala para a execução destas atividades, que foi nomeada por eles de “Cantinho de Romero”, onde individualmente ou em grupo os alunos
trabalharam na realização de seus trabalhos.
Individualmente baseados na coleção de chinelos pintados por Romero Britto os alunos fizeram uma releitura pintando seus próprios chinelos.

Transformaram garrafinhas descartáveis em frascos de perfume, baseados na linha lançada por Romero Britto para uma linha da Água de Cheiro.
Com uma caixa de papelão de televisão LCD usada como suporte os alunos confeccionaram uma estrutura que simboliza a obra O Gato de Romero Britto onde procurei trabalhar a tridimensionalidade de suas obras
Durante a realização do projeto os alunos demonstraram um grande interesse tanto na realização das atividades com também em pesquisar sobre os trabalhos realizados por Romero Britto, alunos levaram para sala de aula sacolas, copos e objetos pintados pelo artista.
A maior dificuldade encontrada foi a de não possuirmos uma sala adequada para a realização dos trabalhos de arte, mas o nosso cantinho foi de grande valia para a realização do projeto, os alunos já identificam o artista pelo nome como também suas obras.
Para mim a experiência foi boa cheia de novidades e desafios e acredito que para as crianças também, pois conhecemos juntos as obras e o fazer artístico, conhecemos um pouco desse artista que encantou os alunos com a alegria de suas cores misturando traços infantis e formas geométricas, dando vida a qualquer espaço ou objeto, promovendo a alegria, o positivismo e a vontade de viver, refletida nas coisas simples da vida.

sábado, 5 de novembro de 2011

Projeto Interdisciplinar: A Geometria na Arte de Romero Britto




Apresentação do tema:

Por meio das obras do artista plástico Romero Britto propiciar aos alunos do um conhecimento interdisciplinar entre, Arte, Língua Portuguesa e Informática.
A realização deste projeto torna-se necessário para que o aluno se expressa e comunicar-se em Artes, fazendo a leitura de textos visual, para uma releitura plástica e dissertativa de forma pessoal ou coletiva, relacionada á percepção, criação, sensibilidade e emoção.
Justificativa:
Por ser Arte uma grande forma de comunicação e expressão é muito importante que escolas e professores dêem oportunidade para que as crianças conheçam as obras literárias infantis da biografia dos artistas como estímulo a leitura como também forma de fruição, reflexão e imaginação desenvolvendo a criatividade na criança.
Partido desta leitura que estas obras possam ser trabalhada também em outras disciplinas.
A escolha de trabalha o livro: Contado a Arte de Romero Britto e que, por ser um livro voltado para a educação infantil com ilustrações vivas e texto de fácil entendimento é um descanso para os olhos e um sopro de vida para o coração.
Suas cores vibrantes e justapostas, encaixadas como mosaico, e seu desenho solto, assim como áreas demarcadas com espessos e bem definidos contornos, transmitem alegria.
Objetivos Gerais:
Que o aluno valorize sua própria produção, a livre expressão, a produção do outro à respeitando e incentivando.
Através de do jogo Tangram, desenvolver expressivamente composições artísticas, que se utiliza da figura geométrica para representação e abstração de imagens.
Que o aluno conheça as obras e a biografia do artista.
Estimular a leitura, a criatividade e despertar a curiosidade no saber mais.

Objetivos específicos:

Língua portuguesa:
Conhecer através da leitura do livro: Contando a arte de Romero Britto a biografia do artista.
Estimular a leitura da obra de forma oral.
Construção de uma lista com o nome das cores e das formas geométricas encontradas nas obras.
Construção de frase com o nome das cores e formas geométricas encontradas nas obras do artista.

Informática:
Conhecer o site do artista plástico e seus trabalhos.
Elaborar no Paint uma pintura livre ao estilo dos trabalhos de Romero Britto.

Educação Artística:
Conhecer as técnicas usadas nas obras de arte do artista plástico.
Identificar as formas geométricas presentes nas obras de arte de Romero Britto.
Representar com pintura livre a releitura da obra: Floreiro.
Apresentação do Tangram e sua origem (oralmente).
O Tangam é de origem chinesa. Conta à lenda que um mensageiro deveria levar uma pedra de jade, de forma quadrada, ao imperador. Mas no caminho a pedra partiu-se em sete pedaços. Preocupado, o mensageiro foi juntando as sete peças, a fim de remontar o quadrado. Enquanto tentava o mensageiro criou centenas de formas.
Cada aluno receberá um Tangram de EVA, para comparar as peças, verificar tamanho, identificar as formas geométricas.

Publico alvo: Alunos do 1º ano da Educação Infantil.

Discrição geral das atividades a serem realizadas:

1ª aula - A apresentação do livro: Contando Arte de Romero Britto, autoria de Oscar D Ambrosio, como também a apresentação do jogo Tangam.
2º momento: Leitura realizada pelo professor do livro apresentado. 3º momento: Sondagem com os alunos sobre o conhecimento de algum trabalho do artista, como também reconhecer as forma encontras no Tangam.

2ª aula: Na aula de informática realização de pesquisa sobre suas obras.
2º momento. Com o auxilio do programa Paint, os alunos realizarão a produção de um trabalho utilizando as formas geométricas que o programa oferece.

3ª aula- Realizar com os alunos uma listagem das cores e das formas encontradas na obra Floreiro do artista.
2º momento – Construção individual de frases das cores e formas encontradas na listagem anteriormente feita.
4ª aula - Em oficina de arte a confecção individual das flores da obra Floreiro, utilizando o papel panamá para as flores e tinta guache de diversas cores e tinta relevo para pintura das mesmas.

5ª aula - Coletivamente em outra folha de papel panamá os alunos pintarão um fundo, previamente riscado pelo professor para composição final da releitura da obra Floreiro.

6ª aula - Combinar as peças na formação de figuras, registrando em folhas de papel sul fite contornando as peças e depois pintando o trabalho livremente.

Culminância – Exposição dos trabalhos realizados no pátio da escola para apreciação dos pais e alunos da outras salas.
Instrumentos e, materiais e técnicas a serem utilizados.
Lápis preto, lápis de cor, papel sulfite, giz de cera, cola, tesoura, tinta guache de cores diversas, folhas de papel panamá, tinta relevo de diversas cores, pinceis, papel toalha para enxugar os pinceis, copos descartável com água para limpar os pinceis..
Técnica de pintura com tinta guache de cores diversas e cola colorida relevo.
Cronograma:
Carga horária total: 06 aulas de 50 minutos cada.
Avaliação:
A avaliação será realizada de maneira continua, mediante observação do processo e não apenas o produto. Espera-se que a criança se torne não apenas um apreciador, como também um agente cultural, criando e recriando a arte em suas diferentes linguagens.
Referência Bibliográfica
Site papacaio: www.papacaio.com.br
Livro: Contando Arte de Romero Britto.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

As figuras geométricas nas obras de Romero Britto



Após trabalharem com as figuras geométricas dentro do Abstracionismo, os alunos do 7° ano do Colégio Estadual Graham Bell conheceram as obras de Romero Britto, um artista contemporâneo que aplica muitas figuras geométricas e cores variadas em suas obras de arte.

A partir daí, os alunos foram estimulados a fazer uma releitura da obra do artista, observando os elementos já estudados como linhas, cores e, é claro, as figuras geométricas. Paralelo a este trabalho, fizeram também uma pesquisa, onde conheceram detalhes da trajetória do artista, além de toda a sua obra.

http://artedatarde.blogspot.com/2009/07/as-figuras-geometricas-nas-obras-de_09.html

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A utilização da Geometria na Arte




A utilização da Geometria na Arte
Quando se pensa na utilização da Geometria na Arte surge-nos à ideia o nome de alguns artistas, tais como: Albers; Mondrian; Huszár; Balla; Calder e Sónia Delaunay. No entanto, existem muitos outros artistas que, como eles, se inspiraram na Geometria para melhor exprimirem as suas idéias, usando-a como técnica, simbolicamente ou até mesmo como tema. É um pouco deste maravilhoso mundo, em que pretendemos dar-te a conhecer.
Estes artistas utilizam freqüentemente nas suas obras figuras geométricas simples tais como círculos, triângulos e quadriláteros.
Aprofunda os teus conhecimentos relativamente à Geometria e à Arte
Alguns exemplos:

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Obra do artista Fernando Durão,

Artista usa conceito de "geometria sagrada" para criar peças harmônicas

Por meio da junção de círculos, pontos, retângulos e quadrados --figuras-chave da geometria sagrada--, o artista plástico português Fernando Durão busca chegar à harmonização estrutural e à beleza estética entre diferentes formas geométricas.

Divulgação

Obra do artista Fernando Durão, que compõe acervo da exposição "Geometria Sagrada"

Para isso, montou uma série de obras com cores e formas bem engendradas, que estarão expostas na mostra "Geometria Sagrada", na galeria do clube A Hebraica (região oeste da capital paulista), entre 10 de janeiro e 10 de fevereiro.

Nessa individual, Durão optou por usar pequenas peças de material industrializado, como plástico e metal, para a confecção de brincos, anéis e pulseiras. O resultado são peças coloridas e de estética harmoniosa.

Durão nasceu em 1952 na cidade do Porto, em Portugal, onde estudou Belas Artes na Escola de Belas Artes Soares dos Reis. Veio para o Brasil em 1969 com seus irmãos e sua mãe brasileira, devido à guerra colonial com Angola. Em 1971, montou seu ateliê em São Paulo.

A Geometria na obra de Van Gogh

A geometria na tela de Van Gogh

A geometria na obra de Van Gohg.
Junto com esta edição de ESCOLA você recebeu a reprodução da tela O Quarto de Van Gogh em Arles, do pintor holandês Vincent Van Gogh (1853-1890). A pintura, na qual o artista retrata o seu lugar de descanso, tem detalhes inquietantes: o chão parece inclinado, quadros estão distantes da parede e móveis dispostos fora de lugar. Será que houve algum erro? Absolutamente! Depois da luz que é o elemento tido pelo próprio pintor como o grande personagem da tela , são as linhas geométricas que formam o cenário do quarto e a noção de perspectiva que fazem dessa uma das obras de arte mais famosas de todos os tempos.