Por meio da junção de círculos, pontos, retângulos e quadrados --figuras-chave da geometria sagrada--, o artista plástico português Fernando Durão busca chegar à harmonização estrutural e à beleza estética entre diferentes formas geométricas.
Divulgação
Obra do artista Fernando Durão, que compõe acervo da exposição "Geometria Sagrada"
Para isso, montou uma série de obras com cores e formas bem engendradas, que estarão expostas na mostra "Geometria Sagrada", na galeria do clube A Hebraica (região oeste da capital paulista), entre 10 de janeiro e 10 de fevereiro.
Nessa individual, Durão optou por usar pequenas peças de material industrializado, como plástico e metal, para a confecção de brincos, anéis e pulseiras. O resultado são peças coloridas e de estética harmoniosa.
Durão nasceu em 1952 na cidade do Porto, em Portugal, onde estudou Belas Artes na Escola de Belas Artes Soares dos Reis. Veio para o Brasil em 1969 com seus irmãos e sua mãe brasileira, devido à guerra colonial com Angola. Em 1971, montou seu ateliê em São Paulo.
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